Ef. 4.11.-12: E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas outros, para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo (Edição Revista e Atualizada no Brasil)
Eis aqui um assunto muito importante para os servos do Senhor.
Este é o único lugar da Bíblia Sagrada que faz referencias aos ministérios de: APÓSTOLOS, PROFETAS e EVANGELISTAS, em nenhum o...utro lugar das Sagradas Escrituras vamos encontrar referencias (alusão) a estes ministérios, portanto, devemos saber que na igreja primitiva haviam todos estes ministérios, sabemos também que o ministério de profeta durou até João Batista com isto não temos o direito nem tampouco podemos consagrar ou chamar alguém de profeta ou de apóstolo, aja vista que o ministério de profeta foi extinto; Quanto ao ministério de apóstolo, os apóstolos foram apenas 12 e a Bíblia não dar margem para que alguém em circunstância nenhuma se intitule de Apóstolo, isso com base nas Escriturasse Sagradas.
Portanto se alguém quer ser chamado de Profeta e de Apóstolo está agindo errado, outro ponto que também devemos observar é que em nenhum lugar das Sagradas Escritura vamos encontrar uma mulher com titulo de pastora, portanto é antibíblico consagrar, e chamar qualquer que seja a mulher de pastora, devemos lembrar que Débora era pastora, só que ela apascentava um rebanho de ovelhas de seu pai, isso está no Antigo Teestamento e mesmo estivesse no NT não embasária a consagração de mulheres ao ministério pastoral. Gostaria também de ressaltar que levitas são os filhos de Levi filho de Jacó, portanto quem se intitula de levita está usurpando a descendencia da tribo de Lerví.
Espero que vcs fiquem esclarescidos desse assunto. Que Deus abençoe a todos.
Deus nos livra do perigo
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
NOSSA CANÇÃO - SHIRLEY CARVALHAES
Esse hino foi muito usado pelos crentes que tem compromisso com o verdadeirto louvor
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
A MENTE CARNAL
"Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz." (Romanos 8:6)
Uma das maiores ameaças ao bem-estar de qualquer igreja local é a mentalidade carnal que seus membros podem ter.
A mente carnal é a "morte"; é"inimizade contra Deus"; "não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar"; "não pode agradar a Deus." (Romanos 8:6-8)
Que contradição uma igreja alegar ser "de Cristo" quando as pessoas que a compõem têm a mente carnal que não pode agradar a Deus!
A mente carnal pode ser mais bem entendida se a compararmos à mente do Espírito.
AQUELE QUE TEM A MENTE ESPIRITUAL TEM CONSCÊNCIA DE DEUS
E sempre vivendo dessa forma, ele enxerga a Deus como um companheiro constante; alguém que observa cada palavra, ato e pensamento; o doador de toda boa dádiva; aquele que o protege de dia e de noite o guarda. Ele:
• Anda com Deus;
• Agradece a Deus;
• Louva a Deus;
• Confia em Deus;
• Vê em Deus a fonte da força;
• Ele "pensa" em Deus ¬ e faz tudo isso diariamente.
Em contrapartida, a pessoa de mente carnal tem os pensamentos voltados sobretudo para as coisas deste mundo, fazendo delas o maior interesse de sua vida. Ela pensa em:
• Carros,
• Roupas,
• Barcos, esportes,
• Aparelhos de som,
• Venda de ações,
• Viagens
• E aposentadoria antes do tempo.
A pessoa de mente espiritual fixa sua mente nas coisas de cima, ao passo que a de mente carnal a põe nas coisas da terra:
"Se, pois, fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; porque morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus." (Colossenses 3:2)
A pessoa que tem a mente espiritual realmente ama a leitura das Escrituras e a adoração de Deus.
Diante da opção de participar de um estudo bíblico em que estaria cercado de pessoas que pertencem a Deus e da opção de ir a um lugar de divertimento, em que estaria rodeado de gente mundana, sua preferência seria o estudo.
A pessoa de mente carnal, por outro lado, vai ao culto, mas o faz ou por hábito ou simplesmente para atender às exigências. Acha pouco prazer na lei do Senhor ou em adorá-lo.
A pessoa de mente espiritual olha em direção ao céu e anseia estar lá. Alegra-se nesta vida, mas a antecipação de ver a Deus e o seu Senhor Jesus freqüentemente toma conta da sua mente e a estimula.
À medida que envelhece e o homem exterior mostra cada vez mais os sinais da degradação, seu homem interior encontra o renovo diário por meio da fé aumentada e do desejo em relação àquilo que não se vê.
Para o homem de mente carnal, em contraposição, a velhice é uma ameaça; ele busca inutilmente agarrar-se a sua mocidade; raramente pensa no céu, mas praticamente entra em pânico ao ver que quanto mais ele tenta segurar com tenacidade esta vida, mais ela lhe escapa das mãos, passo a passo.
A mente carnal é:
• Ananias e Safira, tramando para conseguir o louvor dos homens em cima de uma mentira.
• Diótrofes, amando a preeminência e governando com uma atitude de "ou você se submeta ou saia da minha frente".
A mente carnal são:
• Os falsos mestres de Corinto, obtendo o controle por meio da arrogância, das falsas comparações, das representações enganosas e da escravidão de seus seguidores.
• Os próprios coríntios, gloriando-se na sabedoria humana e demonstrando inveja, contendas e divisões.
• Aqueles a quem Paulo escreveu: "Pois todos eles buscam o que é seu próprio, não o que é de Cristo Jesus." (Filipenses 2:21)
A mente carnal é qualquer pessoa que vive para este mundo e para a aprovação dos homens, em vez de viver para o céu e para a aprovação de Deus.
Portanto, não precisamos ser imorais, obviamente, para termos a mente carnal; tampouco precisamos deixar de ir aos cultos ou de contribuir com o nosso dinheiro.
Podemos ir a todo culto da igreja, levar uma vida de boa moral, dar com liberalidade e ainda assim termos a mente carnal. Podemos até ser nomeados presbíteros ¬de mente carnal, nomeados para aquela função por uma congregação de mente carnal que fica cada vez mais carnal debaixo da influência de seus pregadores e de seus presbíteros de mente carnal.
Você acha isso exagerado?
Não há gente de mente mais carnal nas Escrituras que os fariseus religiosos, que estavam cegos, sem poder enxergar a sua mentalidade carnal, porque buscavam atender minuciosamente aos aspectos externos.
Conhecemos poucos na igreja do Senhor que não correm o risco sério de morte por causa desse mesmo erro.
O remédio do Espírito para a mente carnal é: "E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2)
RENOVAÇÃO DA MENTE!
Transformação! Metamorfose! Livrar a mente das disposições e dos interesses carnais, enchendo-a com as disposições e os interesses espirituais!
"Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo." (Colossenses 3:16)
Não é tarde demais. Deixe que Ele te molde. A felicidade eterna está em jogo.
Uma das maiores ameaças ao bem-estar de qualquer igreja local é a mentalidade carnal que seus membros podem ter.
A mente carnal é a "morte"; é"inimizade contra Deus"; "não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar"; "não pode agradar a Deus." (Romanos 8:6-8)
Que contradição uma igreja alegar ser "de Cristo" quando as pessoas que a compõem têm a mente carnal que não pode agradar a Deus!
A mente carnal pode ser mais bem entendida se a compararmos à mente do Espírito.
AQUELE QUE TEM A MENTE ESPIRITUAL TEM CONSCÊNCIA DE DEUS
E sempre vivendo dessa forma, ele enxerga a Deus como um companheiro constante; alguém que observa cada palavra, ato e pensamento; o doador de toda boa dádiva; aquele que o protege de dia e de noite o guarda. Ele:
• Anda com Deus;
• Agradece a Deus;
• Louva a Deus;
• Confia em Deus;
• Vê em Deus a fonte da força;
• Ele "pensa" em Deus ¬ e faz tudo isso diariamente.
Em contrapartida, a pessoa de mente carnal tem os pensamentos voltados sobretudo para as coisas deste mundo, fazendo delas o maior interesse de sua vida. Ela pensa em:
• Carros,
• Roupas,
• Barcos, esportes,
• Aparelhos de som,
• Venda de ações,
• Viagens
• E aposentadoria antes do tempo.
A pessoa de mente espiritual fixa sua mente nas coisas de cima, ao passo que a de mente carnal a põe nas coisas da terra:
"Se, pois, fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; porque morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus." (Colossenses 3:2)
A pessoa que tem a mente espiritual realmente ama a leitura das Escrituras e a adoração de Deus.
Diante da opção de participar de um estudo bíblico em que estaria cercado de pessoas que pertencem a Deus e da opção de ir a um lugar de divertimento, em que estaria rodeado de gente mundana, sua preferência seria o estudo.
A pessoa de mente carnal, por outro lado, vai ao culto, mas o faz ou por hábito ou simplesmente para atender às exigências. Acha pouco prazer na lei do Senhor ou em adorá-lo.
A pessoa de mente espiritual olha em direção ao céu e anseia estar lá. Alegra-se nesta vida, mas a antecipação de ver a Deus e o seu Senhor Jesus freqüentemente toma conta da sua mente e a estimula.
À medida que envelhece e o homem exterior mostra cada vez mais os sinais da degradação, seu homem interior encontra o renovo diário por meio da fé aumentada e do desejo em relação àquilo que não se vê.
Para o homem de mente carnal, em contraposição, a velhice é uma ameaça; ele busca inutilmente agarrar-se a sua mocidade; raramente pensa no céu, mas praticamente entra em pânico ao ver que quanto mais ele tenta segurar com tenacidade esta vida, mais ela lhe escapa das mãos, passo a passo.
A mente carnal é:
• Ananias e Safira, tramando para conseguir o louvor dos homens em cima de uma mentira.
• Diótrofes, amando a preeminência e governando com uma atitude de "ou você se submeta ou saia da minha frente".
A mente carnal são:
• Os falsos mestres de Corinto, obtendo o controle por meio da arrogância, das falsas comparações, das representações enganosas e da escravidão de seus seguidores.
• Os próprios coríntios, gloriando-se na sabedoria humana e demonstrando inveja, contendas e divisões.
• Aqueles a quem Paulo escreveu: "Pois todos eles buscam o que é seu próprio, não o que é de Cristo Jesus." (Filipenses 2:21)
A mente carnal é qualquer pessoa que vive para este mundo e para a aprovação dos homens, em vez de viver para o céu e para a aprovação de Deus.
Portanto, não precisamos ser imorais, obviamente, para termos a mente carnal; tampouco precisamos deixar de ir aos cultos ou de contribuir com o nosso dinheiro.
Podemos ir a todo culto da igreja, levar uma vida de boa moral, dar com liberalidade e ainda assim termos a mente carnal. Podemos até ser nomeados presbíteros ¬de mente carnal, nomeados para aquela função por uma congregação de mente carnal que fica cada vez mais carnal debaixo da influência de seus pregadores e de seus presbíteros de mente carnal.
Você acha isso exagerado?
Não há gente de mente mais carnal nas Escrituras que os fariseus religiosos, que estavam cegos, sem poder enxergar a sua mentalidade carnal, porque buscavam atender minuciosamente aos aspectos externos.
Conhecemos poucos na igreja do Senhor que não correm o risco sério de morte por causa desse mesmo erro.
O remédio do Espírito para a mente carnal é: "E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2)
RENOVAÇÃO DA MENTE!
Transformação! Metamorfose! Livrar a mente das disposições e dos interesses carnais, enchendo-a com as disposições e os interesses espirituais!
"Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo." (Colossenses 3:16)
Não é tarde demais. Deixe que Ele te molde. A felicidade eterna está em jogo.
sábado, 14 de fevereiro de 2015
A Dracma Perdidea
A parábola da Dracma Perdida (Lc 15,8-10) para ser melhor compreendida precisa ser lida à luz das outras duas a da Ovelha perdida (Lc15,3-7) e a denominada do Filho pródigo (Lc 15,11-32), uma vez que ela está no meio destas duas. Ela é relatada unicamente em Lucas. Há uma intenção do redator em apresentar o relato desta forma em que o amor misericordioso de Deus é apresentado de forma progressiva.
Vejamos na primeira parábola da Ovelha perdida Jesus a propõe com a intenção de mostrar que Deus se preocupa com qualquer ovelha que se perde do seu rebanho, em que ele vai a procura até encontrá-la. Deus não desiste dos que dele se afastam. Veja bem como termina no v. 7: haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.
E na última parábola proposta por Jesus do filho pródigo, o pai fica ansioso e feliz pela volta do seu filho mais novo que pediu os bens a que tinha direito, gastou tudo que volta arrependido querendo apenas ser como um empregado do pai. Nesta parábola Deus é apresentado como um pai amoroso e que se alegra com a volta dos filhos que dele se afastam e por isso se rejubila e faz festa. A volta para Deus precisa ser muito bem comemorada. Veja como termina no v. 32: “era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque este teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado”.
Na parábola da Dracma perdida é a menor moeda que se perde. Deus é comparado com a mulher que se preocupa em procurar o que se perdeu não importando o seu valor.
Ela tinha 9 moedas e se empenha ainda em procurar a outra. Acende a lâmpada, varre a casa, e a procura diligentemente faz uma verdadeira faxina, não deixa um só canto sem ser revistado em busca da pequena moeda que se perdeu. Quando a encontra reúne as amigas e pede que se alegrem com ela. No v. 10 Jesus afirma: “de igual modo há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende”.
Quando alguém peca se afasta de Deus, é como se escondesse de Deus, por isso essa afirmação de Jesus.
A respeito de se esconder de Deus, veja o que fizeram Adão e Eva quando desobedeceram a Deus em Gn 3,8. Veja também como Deus vai novamente conquistar seu povo que dele se tinha afastado Os 2,14, em que Deus atrai seu povo para si, o leva ao deserto e lhe fala ao coração.
Percebemos uma graduação e especificação na busca de Deus pelos que dele se afastam.
Se na da Ovelha perdida é a alegria de Deus por encontrar uma ovelha que se perdeu (qualquer um/uma do rebanho), na da Dracma perdida é a alegria pela menor das moedas que é encontrada (pelo ser humano considerado como menor ou mais pequeno = pecador) e na do filho pródigo a alegria e a festa por um filho (alguém que é da sua família), que se arrepende e retorna.
Que Deus nos ajude para que saibamos nos deixar iluminar por sua Palavra e por sua Luz e que quando for necessário também ir à procura daqueles que estão afastados dele, do seu caminho, da justiça, da paz, da fraternidade e do amor que unem e são a expressão da verdadeira vida cristã.
Vejamos na primeira parábola da Ovelha perdida Jesus a propõe com a intenção de mostrar que Deus se preocupa com qualquer ovelha que se perde do seu rebanho, em que ele vai a procura até encontrá-la. Deus não desiste dos que dele se afastam. Veja bem como termina no v. 7: haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.
E na última parábola proposta por Jesus do filho pródigo, o pai fica ansioso e feliz pela volta do seu filho mais novo que pediu os bens a que tinha direito, gastou tudo que volta arrependido querendo apenas ser como um empregado do pai. Nesta parábola Deus é apresentado como um pai amoroso e que se alegra com a volta dos filhos que dele se afastam e por isso se rejubila e faz festa. A volta para Deus precisa ser muito bem comemorada. Veja como termina no v. 32: “era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque este teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado”.
Na parábola da Dracma perdida é a menor moeda que se perde. Deus é comparado com a mulher que se preocupa em procurar o que se perdeu não importando o seu valor.
Ela tinha 9 moedas e se empenha ainda em procurar a outra. Acende a lâmpada, varre a casa, e a procura diligentemente faz uma verdadeira faxina, não deixa um só canto sem ser revistado em busca da pequena moeda que se perdeu. Quando a encontra reúne as amigas e pede que se alegrem com ela. No v. 10 Jesus afirma: “de igual modo há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende”.
Quando alguém peca se afasta de Deus, é como se escondesse de Deus, por isso essa afirmação de Jesus.
A respeito de se esconder de Deus, veja o que fizeram Adão e Eva quando desobedeceram a Deus em Gn 3,8. Veja também como Deus vai novamente conquistar seu povo que dele se tinha afastado Os 2,14, em que Deus atrai seu povo para si, o leva ao deserto e lhe fala ao coração.
Percebemos uma graduação e especificação na busca de Deus pelos que dele se afastam.
Se na da Ovelha perdida é a alegria de Deus por encontrar uma ovelha que se perdeu (qualquer um/uma do rebanho), na da Dracma perdida é a alegria pela menor das moedas que é encontrada (pelo ser humano considerado como menor ou mais pequeno = pecador) e na do filho pródigo a alegria e a festa por um filho (alguém que é da sua família), que se arrepende e retorna.
Que Deus nos ajude para que saibamos nos deixar iluminar por sua Palavra e por sua Luz e que quando for necessário também ir à procura daqueles que estão afastados dele, do seu caminho, da justiça, da paz, da fraternidade e do amor que unem e são a expressão da verdadeira vida cristã.
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Disse Jesus: Vtiinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei Mt 11.28
Olha é com você que está lutando e se esforçando para que algo aconteça na sua vida;você que está tentando e muito para que isso aconteça. Só que os dias, os meses e até mesmo os anos passam e nada de novo acontece.
Quem sabe você até mesmo já desistiu; nada de mais, eu já estou cansado. Talvez você não esteja cansado só de sua família e de sua existência e sua vida.
Quem há de saber por quantas vezes você gritou por socorro buscando refúgio pare a sua alma, mas nada aconteceu, você ainda não encontrou aquilo que está procurando, aquilo que almeja a sua alma; você tem procurado paz e desanco e até agora nada de concreto aconteceu.
A cada dia que passa você se sente mais e mais sozinho, angustiado e cada vez mais oprimido.
Olha, quero te dizer algo, fique você sabendo que existe solução para os revezes da sua vida; existe uma pessoa que pode mudar toda a história da sua existência!
Mudar sua vida de amargura em uma nova vida de paz, harmonia e felicidade!
Sim. Existe alguém; este alguém é Jesus Cristo o Filho do Deus vivo.
Os teus problemas. as tuas enfermidade e fraquezas espirituais, tudo quanto você poder imaginar Jesus Cristo, isso mesmo, Jesus Cristo o Filho de Deus quer e pode mudar a sua vida, Ele quer realizar os seus sonhos de paz e tranquilidade com uma vida estabilizada.
Jesus quer te dar o refrigério que você tanto almeja encontrar, Ele pode fazer isso e muito mais.
A única coisa que Ele te pede em troca é que você deixe Ele cuidar da sua vida; entregue-se a Ele agora mesmo, aceite Seu senhorio e você verá que tudo vai passar, seu cansaço e sua opressão Ele tira de você.
Jesus Cristo já pagou o preço do seu pecado e suas transgressões no momento que subiu ao calvário e agora Ele quer mudar sua vida.
Venha a Cristo pois, o seu fardo é leve e o seu jugo é suave .
domingo, 12 de outubro de 2014
amigo verdadeiro
“Em todo o tempo, ama
o amigo; e na angustia nasce o irmão” Provérbios 17.17.
Ninguém vive sozinho. Todos nós
precisamos ter amigos; tudo quanto se faz ou se deseja fazer necessita da
participação de terceiros, quer seja para ajudar na concretização do projeto ou
até mesmo para simplesmente fazer um elogio; Não tem nada que satisfaça mais o
ego de uma pessoa do que ela obter reconhecimento de algo que acaba de realizar;
é a satisfação, e realização pessoal, é o sonho que se concretizou; quando
alguém nos dá os parabéns pelos nossos feitos nos sentimos bem intimamente, e
nos sentimos forte para dar andamento em qualquer outro projeto que tenhamos em
mente.
É. Uma amizade sincera faz-nos
sentir útil e feliz, da-nos a oportunidade de ser-mos companheiros, ensina-nos
a compaixão, da-nos o prazer de aprender a amar o próximo e o privilégio de
sentir-mo-nos amados; é a sensação de estabilidade e segurança tão importantes
na vida dos seres humanos.
“E aconteceu que, em um daqueles dias, estava ensinando, e estavam
acentados ali fariseus e doutores da lei que tinham vindo de todas as aldeias
da Galiléia e da Judéia, e de Jerusalém. E a virtude do Senhor estava com ele
para curar. E eis que uns homens transportaram numa cama um homem que estava
paralitico e procuravam fazê-lo entrar e pô-lo diante dele. E, não achando por
onde o pudessem levar, por causa da multidão, subiram ao telhado e, por entre
as telhas, o baixaram com a cama até ao meio diante de Jesus. E, vendo-lhes a
fé, Jesus disse ao paralitico: Homem, os teus pecados te são perdoados” (Lc
5. 17-20).
A priori todo o cristão tem o dever
de levar às pessoas a presença do Senhor Jesus Cristo para que elas sejam
participantes dos benefícios da libertação e por meio da fé em Jesus Cristo e
d’Ele receba a salvação que nos é proposta por Deus mediante o sacrifício
vicário de Cristo.
Nós observamos no relato bíblico de
Lucas que este homem que se achava paralítico gozava de bons relacionamentos e
de boas amizades, aja vista que os quatro homens que o transportaram a presença
de Jesus Cristo fizeram grandes esforços para obter êxito no propósito de
fazêlo chegar até onde estava aquele que podia restaura-lhe a saúde.
Amizade e dedicação são frutos de
equilíbrio emocional, só pessoas equilibradas emocionalmente conseguem se relacionar
com outras pessoas sem que haja atritos, um verdadeiro amigo é aquele que a
exemplo destes quatro homens da narrativa de Lucas, não medem esforços para
ajudar ao amigo necessitado.
Eu tive um amigo na minha
juventude, quando ainda estaca no colégio em Boca da Mata, cidade onde me
criei. Tito era um cara legal, era companheiro fiél; aprontávamos juntos tudo o
que se pode imaginar na área de travessuras, nós morávamos na mesma rua
estudávamos na mesma escola. Tínhamos muitas coisas em comum, exceto gostar de
futebol, eu, nunca me interessei por este esporte para torcer por algum time ou
até mesmo para práticalo, o meu negócio era outro. Um dia me envolvi numa briga
com alguns rapazes da nossa escola, o Tito fez uma coisa que chamou a atenção
de todos, ele movimentou quase todo o colégio em meu favor, ele mais parecia
ser meu irmão mais velho pela forma como ele agiu para me ajudar; ele cuidou de
mim como se cuida de um irmão mais novo e eu sou mais velho que ele três ou
quatro anos. “Em todo o tempo, ama o
amigo; e na angustia nasce o irmão” Pv 17.17.
Quando eu viajei para o estado de
São Paulo em 1988 para trabalhar eu fiquei muito triste, a dor da separação de
um amigo leal é muito grande, sem contar que eu não tinha um bom relacionamento
com minhas irmãs, então o Tito era amigo e irmão ao mesmo tempo; era com ele
que eu conversava. Depois de alguns meses em Lençóis Paulista SP, perdemos o
contato e depois disso poucas vezes o vi, pois dificilmente eu vou a Boca da
Mata.
O paralitico contou com a ajuda de quatro
amigos fiéis, dispostos a enfrentar qualquer obstáculo para lograr êxito no
propósito de ajudalo. É a amizade sincera, o amigo sente a necessidade do
outro, as dores dele são as suas dores.
Existem quatro coisas que voce
pode fazer para obter êxito nos seus projetos que são:
·
Ser
perseverante,
·
Ser
paciente,
·
Ser
corajoso e
·
Ser
cheio de fé.
Estes são os requisitos básicos da
vida de um crente vencedor. Eu costumo dizer que os amigos do paralitico se
chamavam: Amor, Fé, Coragem e Persistência.
1.
O
Amor - não teme diante dos
obstáculos, tudo supera. O amor pelo
paralitico fez com que seus amigos subissem ao telhado e fizessem um buraco
para introduzililo na casa.
2.
A
Fé - é corajosa e tem convicção de
ser capaz de lograr êxito em seus objetivos. A Fé é a convicção de que se chega ao lugar que se deseja ir.
3.
A
Coragem - promove ânimo e fortalece
os joelhos cansados e as mãos que desfalecem forçando-os a prosseguir, pois
eles precisavam subir ao telhado e fazer um buraco para descer seu amigo até a
presença de Jesus Cristo.
4.
Persistência - a persistência é ainda mais forte que a
insistência. Não desiste de nada e ainda se prover da certeza de que por meio
da Fé conseguem-se tudo que deseja.
É por isso que tanto eu como voce
precisamos ter bons amigos. O Amor,
a Fé, a Coragem e a Persistência
para que possamos nos aproximar de Jesus Cristo e obter dele por meio da Fé
tudo que desejamos e o que precisamos para ser-mos cristãos abençoados.
“Em
todo o tempo ama o amigo, que na angustia nasce o irmão” Pv 17.17 “Há amigos que são mais chegados que um
irmão, o homem que tem muito amigos pode congratulasse” Pv 18.24.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
A chamada de Abraão
Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma benção (Gn 12.1-2)
• A chamada de Abrão foi para deixar sua cidade natal, sua família e sua pátria.
• Sua chamada se deu para: Ser uma benção, abençoar, conquistar, ser uma grande nação e ser prospero.
Sua chamada espiritual constitui-se em quatro grandes renuncias.
1. Separação de seus irmãos e amigos, sua casa e seus sonhos (Gn 12)
2. Separação entre Abrão e Ló seu sobrinho (Gn 13.8-9)
3. Separação d seu filho Ismael (Gn 21.14)
4. O sacrifício de Isaque (Gn 22)
Provavelmente a imagem mais comum que as pessoas têm de Abrão, é a de um místico andarilho, o fundador de uma nova religião. Nada poderia ser mais distante da verdade, ele foi o patriarca por meio de quem Deus se revelou pela primeira vez ao povo judeu. No entanto, Abrão, não foi de forma alguma um asceta (pessoa que vive em prática de devoção e penitencia) perambulando pelas montanhas de Canaã e assim equivalente na antiguidade a um xeique beduíno muito rico que governava centenas de súditos e servos.
Seu nome era Abrão que significa pai exaltado, mas passou a ser chamado Abraão que significa pai de multidões quando fez sua confissão derradeira com Deus. Abraão nasceu entre o século 12 e o 16 a.C. na cidade de Ur na Caldeia, uma região ao sul da Babilônia (atualmente Iraque), na confluência do rio Tigre com o Eufrates. Abraão cresceu em Ur e ali se casou com Sarai. Terá, seu pai era da nona geração dos descendentes de Sem Bíblia pouco fala sobre Terá, mas, uma tradição rabínica não Bíblica, afirma que ele fabricava e vendia ídolos pagãos.
De acordo com essa tradição, Abraão a quem o Senhor revela ser o único e verdadeiro Deus, pegou um machado e destruiu todos os ídolos menos o maior deles; a seguir colocou o machado na mão do único ídolo que restava. Logo após esse fato disse a Terá seu pai, que o ídolo maior destruíra todos os outros ídolos; seu pai lhe disse que isso era impossível, pois o ídolo não era um ser vivo, mas apenas uma imagem feita de argila. Abraão a seguir perguntou-lhe: então porque você adora aquilo que não é vivo e não passa de argila?
Terá teve três filhos: Abraão, Naor e Harã. Este último morreu enquanto ainda moravam em Ur; ele era o pai de Ló. Terá pegou sua família e se mudou de Ur, fazendo sua jornada na direção oeste até chegar a cidade de Harã na Ásia menor (atualmente Turquia). Ele se estabeleceu nesta região e viveram ali por muitos anos, e terá morreu neste local. A Bíblia não fornece a razão porque deixaram Ur e não há indicação de que Deus falou com qualquer um deles antes da morte de Harã.
Quando Abraão tinha 75 anos, Deus ordenou-lhe que saísse da sua terra, deixando o seu povo e a casa de seu pai para traz, e que fosse para uma terra que Ele lhe mostraria (Gn 31 a seguir). Abraão pegou sua esposa Sarai, seu sobrinho Ló com sua esposa e todas as suas posses e seus servos comprados em Harã (Gn 12.5) e partiu rumo a um destino desconhecido. O fato de que Abraão tinha servos indica que ele acumulara pelo menos uma quantidade de riquezas materiais.
Essa jornada representa um grande aro de fé por duas razões: Em primeiro lugar ele abandonou o conforto e a segurança de uma hora para outra e partiu rumo a uma terra desconhecida e partiu rumo a uma terra desconhecida; isto se constitui em uma perigosa empreitada e sem dúvida assustadora, especialmente naqueles dias. Em segundo lugar, havia a promessa de que Abraão seria o pai de uma grande nação, embora Sarai fosse estéril (Gn 11.30). Abraão viajou até chegar a Siquem em Canaã. Siquem era um santuário pagão dos cananeus, e foi ali que Deus lhe disse que daria aquela terra a ele e a seus descendentes. Mas Abraão só poderia aceitar que aquela terra como sendo a terra que Deus lhe daria se fosse por um ato de fé. Contudo ele tinha essa fé e erigiu um altar a Deus em Siquem.
Em seguida ele mudou mais para o sul, chegando por fim ao Egito. Não fica claro que Abraão foi realmente até a região que hoje chamamos de Egito, ou simplesmente migrou para a região sul da Palestina que na época fazia parte do império egípcio. Em algum ponto porém, ele estabeleceu certa relação comercial com o faraó, indicando que, provavelmente entrou no delta do Nilo e viajou até perto de Menfis, capital do Egito.
A grande fé de Abraão era muitas vezes demonstrada por sua aceitação da vontade e da promessa divina pela frequente construção de altares para oferecer sacrifícios a Deus. Sua peregrinação no pelo Egito porém, é um indicio de que sua fé fraquejou, assim também como sua moral. Os cananeus estavam firmemente estabelecidos na terra e, o que parece, Abraão não teve fé suficiente para acreditar que Deus tomaria (ou poderia tomar) a terra para entrega-la a ele. Tendo provado ser fiel ao deixar Harã e vir para Canaã, ele demostrou uma surpreendente falta de fé ao abandonar Canaã e ir para o Egito. Abraão enquanto esteve no Egito temeu que alguém tentasse mata-lo para tomar sua esposa Sarai, por ela ser belíssima. Ele pediu a ela que mentisse dizendo que era sua irmã e não sua esposa. O faraó ouviu comentários sobre sua beleza e mandou que a levasse e ao palácio (Gn 21.12). Ele a tratou bem, e Abraão ficou ainda mais rico quando estava no Egito. No entanto Deus puniu o faraó com graves doenças, porque ele havia tomado-a para si (vs 17). Quando faraó descobriu que Abraão mentira a ele que Sarai era sua irmã e não esposa ficou furioso; ele enviou Sarai de volta a Abraão e expulsou toda sua tribo do Egito.
Após deixar o Egito ele retornou para Neuébe, uma região desértica no sul da Palestina e de lá rumou para Betel. Os rebanhos de Abraão e de Ló cresceram tanto que já não havia pasto suficiente para todos os animais. Houve uma desavença entre os pastores dos rebanhos de Abraão e os de Ló e os dois decidiram separar-se (Gn 13.37). Abraão disse a Ló para escolher com qual região ele gostaria de ficar, Abraão ficaria com a que sobrasse. Ló escolheu a bacia fértil do Jordão, estabelecendo-se próximo a cidade de Sodoma na costa do mar morto. A Bíblia indica que naquela época as campinas escolhidas por Ló eram exuberantes e férteis, e não o deserto árido que é hoje em dia. Aquele foi um indicio não só da generosidade de Abraão e do egoísmo de Ló, mas também do retorno da fé de Abraão. Ele confiou na promessa de que a terra pertenceria aos seus descendentes; assim ele podia aceitar que por hora Ló tivesse o que desejasse. Ele estava disposto a aceitar qualquer coisa que Deus tivesse para ele, e sua fé seria testada e confirmada por tuitas vezes no futuro.
Por causa da fé que Abraão demonstrou, Deus ampliou a aliança. Antes Deus prometera que a semente de Abraão possuiria a terra e seria uma grande nação. Agora Deus prometera que Abraão percorreria toda a terra e que a sua descendência seria tão numerosa como om pó da terra (Gn 13.16). Abraão mudou sua tenda para Hebron e se estabeleceu ali, usando Hebron mais ou menos como uma base para ali permanecer, embora ele fosse basicamente um nômade.
Houve uma guerra em que reis de várias cidades-estados formaram uma coalizão e atacaram as cidades ao longo da costa do mar morto, incluindo Sodoma e Gomorra. As cidades caíram, Ló e sua família estava entre os que foram capturados como escravos, Abraão não se envolveu nessa guerra, mas quando ouviu que Ló fora capturado, reuniu, em meio ao seu povo, um exército de 318 soldados para resgata-lo. Abraão os perseguiu até Dã, onde dividiu suas tropas e atacou quando o inimigo não esperava qualquer oposição. Ele os flanqueou e os afugentou, libertando todos os prisioneiros e recuperando todos os espólios retirados das cidades. Ele devolveu tudo ao rei de Sodoma, recusando qualquer recompensa exceto o que o povo comera em quanto trazia tudo de volta (Gn14.22). Logo depois Deus reafirmou a promessa da terra e de que Abraão teria um filho. Sarai era estéril por isso acabou lançando mão de uma lei que diz que se a mulher de um homem fosse estéril ele poderia ter filhos com uma concubina. A criança seria considerada legitima de sua esposa. Abraão consentiu e aos 86 anos tornou-se pai do filho que teve com a escrava egípcia. Hagar assim que engravidou começou a agir com insolência em relação a Sarai e trata-la com desprezo. A criança nasceu e Abraão lhe deu o nome de Ismael. A forma insolente com que Hagar tratava Sarai tornou-se algo tão evidente que Sarai reclamou com Abraão. Ele disse para Sarai que ela poderia tratar do assunto da forma que achasse necessário. Sarai maltratou tanto a Hagar que a escrava egípcia pegou Ismael e fugiu para o deserto (provavelmente a agrediu fisicamente). Um anjo encontrou-se com Hagar no deserto e orientou-a a voltar e se submeter a sua senhora, prometendo-lhe que os descendentes de Ismael se tornaria uma grande nação.
Este episódio demonstrou outro lapso na fé de Abraão, a promessa foi que Sarai lhe daria um filho. Abraão no entanto demonstrou impaciência e duvidou do poder de Deus para cumprir a promessa, especialmente porque Sarai estava envelhecida. Ismael foi considerado filho de Sarai pela lei, assim não haveria nenhum problema legal sobre a herança. Deus, entretanto prometera que os descendentes do filho de Abraão com Sarai seriam os herdeiros da terra.
Quando Abraão tinha 99 anos, Deus apareceu a ele na forma de um anjo e reafirmou a promessa que Sarai lhe daria um filho. Sarai estava na sua tenda e, ao ouvir a conversa deles, deu uma risada. Por esta razão Deus disse que o nome de seu filho deveria ser Isaque, que significa ele rirá. A seguir o Senhor mudou o nome de Abrão para Abraão que significa pai de muitas nações. O nome de Sarai sua mulher passou a ser Sara que significa princesa, em vez de Sarai, briguenta. Em muitas culturas por milênios, era comum mudar o nome de alguém em períodos de grandes mudanças na vida da pessoa. Abraão acreditou na promessa, aceitando a admoestação de que não havia nada que Deus não pudesse fazer. O Senhor ordenara que no acampamento de Abraão todas as pessoas do sexo masculino fossem circuncidadas como um sinal e lembrete perpetuo da aliança deles com Deus.
Por causa da fé que Abraão demonstrou, Deus confiou a ele seu desejo de destruir Sodoma e Gomorra. Abraão argumentou que não seria justo destruir a cidade se houvesse 50 homens justos ali, e Deus concordou com ele. Abraão continuou a barganhar com Deus que por fim concordou em poupar a cidade se ali houvessem dez justos apenas (Gn 18.22). Ali não havia nenhum justo além de Ló e sua família, e assim as cidades de Sodoma e Gomorra foram destruídas. Algum tempo depois da destruição de Sodoma e Gomorra, Sara deu à luz a Isaque. Esse fato aparentemente representou uma grande ameaça a Hagar que naquele momento acreditava que Ismael fosse o herdeiro de Abraão. A medida que Isaque crescia aumentava a tenção entre Hagar e Sara. E ao que parece Ismael maltratava, ou desprezava Isaque (Gn 21.9-10). Sara, mais uma vez insistiu que Hagar e Ismael fossem expulsos dali. A princípio Abraão recusou-se a fazer isso, mas Deus lhe disse para agir de acordo com o que Sara queria. Sendo assim Abraão entregou água e alimento a Hagar e Ismael e os enviou para o deserto. Deus protegeu e cumpriu a promessa de Ismael como Isaque, seria uma grande nação (os árabes)
O maior teste de fé que Abraão enfrentou ocorreu no fim da sua vida. Deus o ordenou que oferecesse Isaque em sacrifício. Esse foi um teste de fé, não só para Abraão, mas também para Isaque. Não se sabe ao certo a idade de Isaque, mas é possível inquirir que o menino tinha nascido quando Abraão tinha cem anos de idade era um garoto forte e saudável com a idade oscilando entre 14 e 16 anos. Nenhum homem com a idade de Abraão seria capaz de segurar um adolescente rebelde. Sendo assim parece que Isaque também estava disposto a aceitar a vontade de Deus. Quando Abraão estava prestes a cravar sua faca no pescoço de Isaque, Deus o interrompeu dizendo: Agora sei que temes a Deus porque não me negou seu filho, o seu único filho (Gn22.12). Deus não precisava fazer isso para saber que Abraão lhe obedeceria; Deus já sabia disso. No entanto Abraão precisava saber que ele mesmo estaria disposto a fazer.
Sara morreu em Hebron aos 127 anos, enquanto Abraão estava em Berseba. Ele voltou a Hebron uma cidade cananeia. Abraão tinha um bom relacionamento com os cananeus, que lhe ofereceram um campo e uma caverna onde pudesse sepulta-la. Ele recusou a oferta, pois não queria aceitar presentes dos pagãos, sendo assim comprou o campo (tornando uma propriedade legal para seus herdeiros).
Algum tempo depois ele casou-se com Quetura, e pouco se sabe a respeito dessa mulher. Ela lhe deu seis filhos e um deles era Midiã, ancestral dos midianitas. Por fim, os midianitas se tornaram inimigos dos israelitas, embora tenha sido por intermédio deles que Moises aprendeu sobre a fé que fora revelada a Abraão (Jetro sogro de Moises era sacerdote de Midiã).
Enquanto se preparava para morrer, Abraão arranjou um casamento para Isaque. Ele enviou seu servo para escolher uma mulher junto a sua parentela, os descendentes de seu irmão Naor (Gn 24). Isso manteria a integridade familiar, evitando a possibilidade de Isaque se casar com uma mulher cananeia. Esse arranjo para escolhe uma mulher para Isaque contribuiu para que ele permanecesse na terra prometida e não fosse exposto a influencias para encontrar sua noiva. Assim até mesmo em sua morte Abraão tomou medidas para proteger os dois maiores aspectos da sua aliança: A sua terra e a sua descendência.
• A chamada de Abrão foi para deixar sua cidade natal, sua família e sua pátria.
• Sua chamada se deu para: Ser uma benção, abençoar, conquistar, ser uma grande nação e ser prospero.
Sua chamada espiritual constitui-se em quatro grandes renuncias.
1. Separação de seus irmãos e amigos, sua casa e seus sonhos (Gn 12)
2. Separação entre Abrão e Ló seu sobrinho (Gn 13.8-9)
3. Separação d seu filho Ismael (Gn 21.14)
4. O sacrifício de Isaque (Gn 22)
Provavelmente a imagem mais comum que as pessoas têm de Abrão, é a de um místico andarilho, o fundador de uma nova religião. Nada poderia ser mais distante da verdade, ele foi o patriarca por meio de quem Deus se revelou pela primeira vez ao povo judeu. No entanto, Abrão, não foi de forma alguma um asceta (pessoa que vive em prática de devoção e penitencia) perambulando pelas montanhas de Canaã e assim equivalente na antiguidade a um xeique beduíno muito rico que governava centenas de súditos e servos.
Seu nome era Abrão que significa pai exaltado, mas passou a ser chamado Abraão que significa pai de multidões quando fez sua confissão derradeira com Deus. Abraão nasceu entre o século 12 e o 16 a.C. na cidade de Ur na Caldeia, uma região ao sul da Babilônia (atualmente Iraque), na confluência do rio Tigre com o Eufrates. Abraão cresceu em Ur e ali se casou com Sarai. Terá, seu pai era da nona geração dos descendentes de Sem Bíblia pouco fala sobre Terá, mas, uma tradição rabínica não Bíblica, afirma que ele fabricava e vendia ídolos pagãos.
De acordo com essa tradição, Abraão a quem o Senhor revela ser o único e verdadeiro Deus, pegou um machado e destruiu todos os ídolos menos o maior deles; a seguir colocou o machado na mão do único ídolo que restava. Logo após esse fato disse a Terá seu pai, que o ídolo maior destruíra todos os outros ídolos; seu pai lhe disse que isso era impossível, pois o ídolo não era um ser vivo, mas apenas uma imagem feita de argila. Abraão a seguir perguntou-lhe: então porque você adora aquilo que não é vivo e não passa de argila?
Terá teve três filhos: Abraão, Naor e Harã. Este último morreu enquanto ainda moravam em Ur; ele era o pai de Ló. Terá pegou sua família e se mudou de Ur, fazendo sua jornada na direção oeste até chegar a cidade de Harã na Ásia menor (atualmente Turquia). Ele se estabeleceu nesta região e viveram ali por muitos anos, e terá morreu neste local. A Bíblia não fornece a razão porque deixaram Ur e não há indicação de que Deus falou com qualquer um deles antes da morte de Harã.
Quando Abraão tinha 75 anos, Deus ordenou-lhe que saísse da sua terra, deixando o seu povo e a casa de seu pai para traz, e que fosse para uma terra que Ele lhe mostraria (Gn 31 a seguir). Abraão pegou sua esposa Sarai, seu sobrinho Ló com sua esposa e todas as suas posses e seus servos comprados em Harã (Gn 12.5) e partiu rumo a um destino desconhecido. O fato de que Abraão tinha servos indica que ele acumulara pelo menos uma quantidade de riquezas materiais.
Essa jornada representa um grande aro de fé por duas razões: Em primeiro lugar ele abandonou o conforto e a segurança de uma hora para outra e partiu rumo a uma terra desconhecida e partiu rumo a uma terra desconhecida; isto se constitui em uma perigosa empreitada e sem dúvida assustadora, especialmente naqueles dias. Em segundo lugar, havia a promessa de que Abraão seria o pai de uma grande nação, embora Sarai fosse estéril (Gn 11.30). Abraão viajou até chegar a Siquem em Canaã. Siquem era um santuário pagão dos cananeus, e foi ali que Deus lhe disse que daria aquela terra a ele e a seus descendentes. Mas Abraão só poderia aceitar que aquela terra como sendo a terra que Deus lhe daria se fosse por um ato de fé. Contudo ele tinha essa fé e erigiu um altar a Deus em Siquem.
Em seguida ele mudou mais para o sul, chegando por fim ao Egito. Não fica claro que Abraão foi realmente até a região que hoje chamamos de Egito, ou simplesmente migrou para a região sul da Palestina que na época fazia parte do império egípcio. Em algum ponto porém, ele estabeleceu certa relação comercial com o faraó, indicando que, provavelmente entrou no delta do Nilo e viajou até perto de Menfis, capital do Egito.
A grande fé de Abraão era muitas vezes demonstrada por sua aceitação da vontade e da promessa divina pela frequente construção de altares para oferecer sacrifícios a Deus. Sua peregrinação no pelo Egito porém, é um indicio de que sua fé fraquejou, assim também como sua moral. Os cananeus estavam firmemente estabelecidos na terra e, o que parece, Abraão não teve fé suficiente para acreditar que Deus tomaria (ou poderia tomar) a terra para entrega-la a ele. Tendo provado ser fiel ao deixar Harã e vir para Canaã, ele demostrou uma surpreendente falta de fé ao abandonar Canaã e ir para o Egito. Abraão enquanto esteve no Egito temeu que alguém tentasse mata-lo para tomar sua esposa Sarai, por ela ser belíssima. Ele pediu a ela que mentisse dizendo que era sua irmã e não sua esposa. O faraó ouviu comentários sobre sua beleza e mandou que a levasse e ao palácio (Gn 21.12). Ele a tratou bem, e Abraão ficou ainda mais rico quando estava no Egito. No entanto Deus puniu o faraó com graves doenças, porque ele havia tomado-a para si (vs 17). Quando faraó descobriu que Abraão mentira a ele que Sarai era sua irmã e não esposa ficou furioso; ele enviou Sarai de volta a Abraão e expulsou toda sua tribo do Egito.
Após deixar o Egito ele retornou para Neuébe, uma região desértica no sul da Palestina e de lá rumou para Betel. Os rebanhos de Abraão e de Ló cresceram tanto que já não havia pasto suficiente para todos os animais. Houve uma desavença entre os pastores dos rebanhos de Abraão e os de Ló e os dois decidiram separar-se (Gn 13.37). Abraão disse a Ló para escolher com qual região ele gostaria de ficar, Abraão ficaria com a que sobrasse. Ló escolheu a bacia fértil do Jordão, estabelecendo-se próximo a cidade de Sodoma na costa do mar morto. A Bíblia indica que naquela época as campinas escolhidas por Ló eram exuberantes e férteis, e não o deserto árido que é hoje em dia. Aquele foi um indicio não só da generosidade de Abraão e do egoísmo de Ló, mas também do retorno da fé de Abraão. Ele confiou na promessa de que a terra pertenceria aos seus descendentes; assim ele podia aceitar que por hora Ló tivesse o que desejasse. Ele estava disposto a aceitar qualquer coisa que Deus tivesse para ele, e sua fé seria testada e confirmada por tuitas vezes no futuro.
Por causa da fé que Abraão demonstrou, Deus ampliou a aliança. Antes Deus prometera que a semente de Abraão possuiria a terra e seria uma grande nação. Agora Deus prometera que Abraão percorreria toda a terra e que a sua descendência seria tão numerosa como om pó da terra (Gn 13.16). Abraão mudou sua tenda para Hebron e se estabeleceu ali, usando Hebron mais ou menos como uma base para ali permanecer, embora ele fosse basicamente um nômade.
Houve uma guerra em que reis de várias cidades-estados formaram uma coalizão e atacaram as cidades ao longo da costa do mar morto, incluindo Sodoma e Gomorra. As cidades caíram, Ló e sua família estava entre os que foram capturados como escravos, Abraão não se envolveu nessa guerra, mas quando ouviu que Ló fora capturado, reuniu, em meio ao seu povo, um exército de 318 soldados para resgata-lo. Abraão os perseguiu até Dã, onde dividiu suas tropas e atacou quando o inimigo não esperava qualquer oposição. Ele os flanqueou e os afugentou, libertando todos os prisioneiros e recuperando todos os espólios retirados das cidades. Ele devolveu tudo ao rei de Sodoma, recusando qualquer recompensa exceto o que o povo comera em quanto trazia tudo de volta (Gn14.22). Logo depois Deus reafirmou a promessa da terra e de que Abraão teria um filho. Sarai era estéril por isso acabou lançando mão de uma lei que diz que se a mulher de um homem fosse estéril ele poderia ter filhos com uma concubina. A criança seria considerada legitima de sua esposa. Abraão consentiu e aos 86 anos tornou-se pai do filho que teve com a escrava egípcia. Hagar assim que engravidou começou a agir com insolência em relação a Sarai e trata-la com desprezo. A criança nasceu e Abraão lhe deu o nome de Ismael. A forma insolente com que Hagar tratava Sarai tornou-se algo tão evidente que Sarai reclamou com Abraão. Ele disse para Sarai que ela poderia tratar do assunto da forma que achasse necessário. Sarai maltratou tanto a Hagar que a escrava egípcia pegou Ismael e fugiu para o deserto (provavelmente a agrediu fisicamente). Um anjo encontrou-se com Hagar no deserto e orientou-a a voltar e se submeter a sua senhora, prometendo-lhe que os descendentes de Ismael se tornaria uma grande nação.
Este episódio demonstrou outro lapso na fé de Abraão, a promessa foi que Sarai lhe daria um filho. Abraão no entanto demonstrou impaciência e duvidou do poder de Deus para cumprir a promessa, especialmente porque Sarai estava envelhecida. Ismael foi considerado filho de Sarai pela lei, assim não haveria nenhum problema legal sobre a herança. Deus, entretanto prometera que os descendentes do filho de Abraão com Sarai seriam os herdeiros da terra.
Quando Abraão tinha 99 anos, Deus apareceu a ele na forma de um anjo e reafirmou a promessa que Sarai lhe daria um filho. Sarai estava na sua tenda e, ao ouvir a conversa deles, deu uma risada. Por esta razão Deus disse que o nome de seu filho deveria ser Isaque, que significa ele rirá. A seguir o Senhor mudou o nome de Abrão para Abraão que significa pai de muitas nações. O nome de Sarai sua mulher passou a ser Sara que significa princesa, em vez de Sarai, briguenta. Em muitas culturas por milênios, era comum mudar o nome de alguém em períodos de grandes mudanças na vida da pessoa. Abraão acreditou na promessa, aceitando a admoestação de que não havia nada que Deus não pudesse fazer. O Senhor ordenara que no acampamento de Abraão todas as pessoas do sexo masculino fossem circuncidadas como um sinal e lembrete perpetuo da aliança deles com Deus.
Por causa da fé que Abraão demonstrou, Deus confiou a ele seu desejo de destruir Sodoma e Gomorra. Abraão argumentou que não seria justo destruir a cidade se houvesse 50 homens justos ali, e Deus concordou com ele. Abraão continuou a barganhar com Deus que por fim concordou em poupar a cidade se ali houvessem dez justos apenas (Gn 18.22). Ali não havia nenhum justo além de Ló e sua família, e assim as cidades de Sodoma e Gomorra foram destruídas. Algum tempo depois da destruição de Sodoma e Gomorra, Sara deu à luz a Isaque. Esse fato aparentemente representou uma grande ameaça a Hagar que naquele momento acreditava que Ismael fosse o herdeiro de Abraão. A medida que Isaque crescia aumentava a tenção entre Hagar e Sara. E ao que parece Ismael maltratava, ou desprezava Isaque (Gn 21.9-10). Sara, mais uma vez insistiu que Hagar e Ismael fossem expulsos dali. A princípio Abraão recusou-se a fazer isso, mas Deus lhe disse para agir de acordo com o que Sara queria. Sendo assim Abraão entregou água e alimento a Hagar e Ismael e os enviou para o deserto. Deus protegeu e cumpriu a promessa de Ismael como Isaque, seria uma grande nação (os árabes)
O maior teste de fé que Abraão enfrentou ocorreu no fim da sua vida. Deus o ordenou que oferecesse Isaque em sacrifício. Esse foi um teste de fé, não só para Abraão, mas também para Isaque. Não se sabe ao certo a idade de Isaque, mas é possível inquirir que o menino tinha nascido quando Abraão tinha cem anos de idade era um garoto forte e saudável com a idade oscilando entre 14 e 16 anos. Nenhum homem com a idade de Abraão seria capaz de segurar um adolescente rebelde. Sendo assim parece que Isaque também estava disposto a aceitar a vontade de Deus. Quando Abraão estava prestes a cravar sua faca no pescoço de Isaque, Deus o interrompeu dizendo: Agora sei que temes a Deus porque não me negou seu filho, o seu único filho (Gn22.12). Deus não precisava fazer isso para saber que Abraão lhe obedeceria; Deus já sabia disso. No entanto Abraão precisava saber que ele mesmo estaria disposto a fazer.
Sara morreu em Hebron aos 127 anos, enquanto Abraão estava em Berseba. Ele voltou a Hebron uma cidade cananeia. Abraão tinha um bom relacionamento com os cananeus, que lhe ofereceram um campo e uma caverna onde pudesse sepulta-la. Ele recusou a oferta, pois não queria aceitar presentes dos pagãos, sendo assim comprou o campo (tornando uma propriedade legal para seus herdeiros).
Algum tempo depois ele casou-se com Quetura, e pouco se sabe a respeito dessa mulher. Ela lhe deu seis filhos e um deles era Midiã, ancestral dos midianitas. Por fim, os midianitas se tornaram inimigos dos israelitas, embora tenha sido por intermédio deles que Moises aprendeu sobre a fé que fora revelada a Abraão (Jetro sogro de Moises era sacerdote de Midiã).
Enquanto se preparava para morrer, Abraão arranjou um casamento para Isaque. Ele enviou seu servo para escolher uma mulher junto a sua parentela, os descendentes de seu irmão Naor (Gn 24). Isso manteria a integridade familiar, evitando a possibilidade de Isaque se casar com uma mulher cananeia. Esse arranjo para escolhe uma mulher para Isaque contribuiu para que ele permanecesse na terra prometida e não fosse exposto a influencias para encontrar sua noiva. Assim até mesmo em sua morte Abraão tomou medidas para proteger os dois maiores aspectos da sua aliança: A sua terra e a sua descendência.
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